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Search Masters Brasil: finalmente um evento no Rio!

Cansado de pegar a ponte aérea pra ir nos eventos legais em São Paulo? É paulista e não tem como usar eventos fora do estado como desculpa pra passear ?  (~apaga) Não mais!

 

Marca do evento de search que será realizado no Rio em agosto

 

O SMBR será um evento de busca com cabeça aberta: além de SEO e PPC, palestrantes das áreas de Social Media, Analytics e até UX também terão seu espaço, mostrando que quem se foca em apenas um aspecto de um projeto digital está com seus dias de moleza contados. Ele acontecerá dias 9 e 10 de agosto (quinta e sexta) na FIRJAN, no Centro do Rio.

Eu estarei lá falando sobre UX e estou super feliz com o convite. Falei um pouco sobre as minhas expectativas para o evento no site oficial.

Pra quem quiser ingressos com desconto, é só correr no SEO de Saia e pegar o código. Espero ver vocês por lá!

Dicas de SEO, usuários apaixonados, relatórios no GA e comportamento: UX pela Web

Screenshot da apresentação de Stephen Anderson

Dicas de SEO para designers e webwriters

A tal da Search Engine Optimization (SEO) tem ganhado bastante destaque dentro de projetos web. Não é pra menos, já que a maioria das sessões de navegação atualmente começam com uma busca no Google. Apesar de muitas diretrizes do SEO serem aplicadas no html, existem coisas que designers e webwriters podem fazer que também influenciam.

Mantendo usuários apaixonados pelo seu produto

Um bom produto deve ser como um relacionamento: mesmo depois daquele período inicial de paixão, é necessário manter a atração e a convivência. Essa apresentação do Stephen Anderson aborda esse assunto, e tem um dos melhores slides sobre gamification que eu já vi: ao invés de falarmos de mudar o comportamento do consumidor usando mecânicas de jogo, por que não influenciar o comportamento humano usando psicologia?

Relatórios personalizados para blogs no Google Analytics

Quem tem blog ou site sabe como é viciante acompanhar as métricas pelo Google Analytics. Esse artigo traz 5 relatórios personalizados ( os custom reports) com cruzamento de métricas interessantes para blogueiros: melhor hora para postar, % de novos visitantes por página, keywords que levaram às páginas mais visitadas, melhor hora para twittar e fontes de tráfego por landing pages.

Entendendo o básico de comportamento (e como influencia-lo)

AIs e designers de interação já aprenderam que não é possível prever perfeitamente o comportamento dos usuários. No entanto, nós podemos e devemos influencia-lo através do design, conduzindo-o a uma experiência satisfatória para nós e para ele. Para influenciar comportamentos, é necessário entender primeiro como eles ocorrem. Esse artigo do coletivo Johnny Holland faz um bom resumo das principais teorias comportamentais e como podemos aplica-las no nosso trabalho.

 

UX pela Web: mitos, seo de saia, mobile design, inovação via empatia com usuário

Capa do Livro na Web

UX Myths

O UX Myths é um dos blogs mais legais da área, oferecendo argumentos sólidos pra usar na hora de justificar seu posicionamento contra o “senso comum” na Web. E a @renatatr ainda traduziu pra gente! Embora você ainda precise saber inglês pra consultar os artigos apresentados, já é bem legal ter o assunto a mão na nossa língua, até para apresentar aos outros.

SEO de Saia

Ainda falando sobre blogs, é bom saber que existe conteúdo de qualidade em português! O SEO de Saia, apesar do nome, já conta com posts bem legais falando não só assunto do título, mas também de coisas relacionadas, como web semântica, inteligência competitiva e mídias sociais. Para escrever é preciso usar saia, mas a leitura está liberada para todos.

Livro Free!

Essa dica veio do Twitter: O @vit0rgarcia descobriu que o livro Mobile Design and Development, do Brian Fling, publicado pela O’Reilly, foi disponibilizado na íntegra de graça. O autor pretende atualizar o conteúdo do livro de forma dinâmica no site. Iniciativa ousada da editora, mas que ajuda muito aqueles que não tem acesso ao material impresso facilmente. Bem a tempo de fazer parte da bibliografia do meu TCC. ;)

Inovação via Empatia

É, parece que esse post vai dar horas e horas de conteúdo pra diversão. Não podia deixar de mencionar esse artigo publicado na Fast Co Design, que fala sobre inovação pensando no usuário. Depois de um artigo publicado na mesma Fast Co, que afirmava que o pensamento centrado no usuário não trazia inovação e apresentava como exemplos a Apple e a Ikea, esse artigo é um sopro de boas opiniões. O artigo gerou muita repercussão entre os profissionais e blogueiros da área, com muitos bons argumentos contra esse pensamento, mas esse artigo, usando como ideia central a empatia com o usuário, é um dos pontos de vista mais interessantes que encontrei.

 

Após um período extendido de “omg so much work/school/lazyness”, o blog volta à programação normal. Espero.

Curso da MestreSEO para arquitetos de informação: o útil, o legal e o chato

Nos dias 29 e 30 de janeiro estive em São Paulo para participar do curso do MestreSEO, que é considerado um dos melhores cursos de SEO do Brasil. Meu objetivo principal não era largar a AI e me tornar uma analista de SEO, mas sim entender melhor como o Search Engine Optimization funciona, quais são as interseções com o meu trabalho usual e o que poderia aproveitar para melhorá-lo.

O curso está dividido em sete módulos. Alguns foram mais úteis que os outros, mas todos trouxeram algo de novo, o que considero positivo! Então, módulo por módulo, o que é mais útil para arquitetos de informação:

Módulo 1 – Introdução

Teve como objetivo fazer um resumo do que é uma ferramenta de busca, como ela funciona e os principais elementos de sua interface. Também explicou um pouco sobre o que é SEO, ranks (não conhecia o TrustRank) e alguns dados gerais da Internet no Brasil e no Mundo, provando que investir em SEO para tirar seu site da mesmice e destacá-lo é um bom investimento.

Melhor parte: dados de pesquisa de número de cliques de acordo com o posicionamento de resultados e desafios de SEO. Alguns pontos são muito parecidos com aqueles que AIs enfrentam no seu dia a dia, como por exemplo, a falta de autoridade para realizar as mudanças necessárias.

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URL Design, Livros de UX, Sitemaps e Legibilidade – Coisas Legais da Web #09

Os links de hoje são para comemorar o início de mais um ano com muito gás no trabalho!

SlickMap CSS

Sitemaps fast-food.

Da newsletter do WSG, um artigo bem interessante para Arquitetos de Informação e SEOs: dicas e fundamentos de “url design”, ou seja, como criar URLs que sejam úteis e auxiliem o usuário na navegação do site. Pode ser um recurso para usuários avançados, não é?

Paul Seys, responsável pelo blog Short Bored Surfer, fez uma compilação dos 20 livros mais lidos por UX Book Clubs nos últimos dois anos. Pode servir como sugestão de leitura – tem vários clássicos na lista, como Don Norman e Steve Krug – ou até mesmo como sugestão para o seu próprio Book Club! Aliás, quem topa começar um aqui no Rio?

Essa é para os coders: que tal um template de sitemap em css elegante e pronto pra usar? O Slick Map faz isso direto de uma lista não-ordenada. (Ainda) Não sei muito bem o que isso significa, mas os desenvolvedores de interface daqui ficaram superfelizes quando passei o link pra eles.

E “last but not least”, os designers sabem que legibilidade é um fator importante em textos na web. E além da escolha da fonte, é necessário considerar também o comprimento da linha, fator que impacta até o desenvolvimento. Esse artigo discute sobre o tamanho de linha ideal e o que pode ser feito para consegui-lo.

(Não) trate mal seus clientes, escrevendo bons links e entendendo pessoas – Coisas Legais da Web #07

Esse artigo do NYT destrincha uma estrategia “inovadora” para se posicionar bem na busca: maltratar e ameaçar seus clientes. Recomendo a leitura do artigo (longo) para uma ótima história de terror, mas basicamente a ideia era fazer os consumidores usarem sites de reclamações gerando mais links para o site do cidadão. Incrível. Devido a repercussão do caso, o Google anunciou ontem mesmo uma mudança em seu algoritmo para inibir esse tipo de pensamento brilhante. Queria uma solução que envolvesse análise de sentimento, though.

E já que o assunto é links, que tal dar uma atenção extra para os seus links internos e externos visando a utilidade máxima pro seu usuário? Embora pareça óbvio, a noção de que links relevantes dentro do contexto são mais úteis e geram mais conversões e cliques nem sempre é observada por aí. O artigo dá algumas dicas bem úteis pra aplicar na hora de planejar o conteúdo e navegação do site.

Um dos blogs mais legais do mundinho é o ótimo “100 things you should know about people”, da autora do livro “Neurowebdesign: what makes them click?”. Usando pesquisas e insights da neurociência e psicologia, cada artigo justifica ou destrói um senso comum sobre as pessoas (que, eu devo lembrar, são aquelas que usarão seu produto). Quer entender porque seu cérebro “desliga” de vez em quando, e quais as vantagens e desvantagens disso? A doutora Susan explica.

Desculpem pelo CLW pobre dessa semana, mas o negócio está frenético nesse fim de ano.  Acho que logo vou desligar por superaquecimento.

Web 2.0 Summit, Fuso Horário, Usabilidade e SEO vs UX – Coisas Legais da Web #05

Mapa: pontos de controle da web

Web 2.0 Summit 2010

Essa semana está rolando o Web 2.0 Summit (conhecida anteriormente como Web 2.0 Conference), uma conferência organizada pela O’Reilly Media para discutir o estado e o futuro da Web 2.0. É caro e difícil de entrar – você tem que ser convidado – mas esse ano eles disponbilizaram um livestream de todos os painéis da conferência. Claro que não substitui a vivência e networking tremendo que quem está lá tem oportunidade de fazer, mas ao mesmo tempo é bem legal poder acompanhar de longe conversas com figuras importantes da indústria, como Eric Schmidt, CEO do Google, e Mark Zuckerberg,do Facebook. Se você não conseguir assistir na hora, os vídeos (e podcasts!) ficarão arquivados no site.

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Ler, escrever, erros de SEO e listão de UX – Coisas Legais da Semana #03

Nem sempre as coisas legais são apenas de UX. Na verdade, acho fundamental entrar em contato com leituras de outras áreas e temas, senão fica-se preso em uma visão de mundo, e isso é a morte para profissionais que precisam pensar no usuário. Variedade rules! O coisas legais dessa semana traz uma ótima fonte de leitura de qualidade. Ah, e os recursos da área também, claro!

screenshot da home do site longreads.com

O Long Reads é um arquivo de textos longos (com mais de 1.500 palavras) publicados em diversas fontes, de jornais a periódicos científicos, sobre todos os assuntos. O mais legal desse site é a forma de busca do arquivo: além de assunto, é possível encontrar artigos pelo tempo de leitura! Ele é calculado de acordo com o número de palavras. O ideal é salvar os artigos e ler depois longe do computador, usando um Instapaper da vida, por exemplo.

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De quem você gosta mais, do Google ou do seu Usuário?

Esse post é resultado das minhas reflexões em cima das palestras do CoéSEO, evento sobre search que rolou no SENAC Rio no dia 09 de outubro de 2010.

SEO, ou Search Engine Optimization, é por definição um negócio arriscado. Quando uma empresa é a dona da bola, tudo que ela, através de seus funcionários, diz, registra ou publica é motivo de análises e discussões pelos profissionais.

Gato e Rato

Adivinha quem é o profissional de SEO

Pequenas alterações no algoritmo de busca geram uma onda de testes e suposições nos sites especializados. Patentes registradas anos antes podem ser pistas de novos recursos. Lembro de um episódio do Search Cast (um podcast 80% sobre busca) que os participantes discutiam a possibilidade de uma nova ferramenta baseada em patentes de anos atrás!

Grandes mudanças na Interface, então, geram respostas inflamadas da comunidade. O SEO tem sua morte declarada uma vez por mês, praticamente.

Paranóia? Preciosismo? Numa indústria (e já é uma indústria, com contas milionárias) na qual conhecer o que está por vir é poder e melhores posições no ranking significam novos negócios, acho que não. Sabendo que tudo pode mudar amanhã, os bons profissionais não se acomodam e estão sempre atrás da próxima regra.

Mas então SEO é só prestar atenção no algoritmo, analisar algumas notícias e presto, sucesso instântaneo? O pessoal da área tem mais é que jogar as mãos pro céu e acreditar no são google?

De jeito nenhum.

A otimização para mecanismos de busca não está apenas no conhecimento do algoritmo e na melhor escolha de palavras-chave para links patrocinados. Afinal, encontrar a página é só o início da brincadeira. O cliente quer é que ela seja clicada, acessada, consumida e gere algum resultado que trará lucro pra ele – a popular conversão, minha palavra nova da semana.

Peter Morville, no subtítulo do seu livro Ambient Findability, diz que “você não pode usar o que não consegue encontrar”. E é verdade. Mas também não adianta nada encontrar e ser uma porcaria.

Muitas das práticas que ajudam o SEO estão relacionadas a Arquitetura de Informação, Design Centrado no Usuário, Usabilidade e Acessibilidade. Ou seja, tornam sua página melhor não só para os robôs dos mecanismos de busca mas também para os usuários, o mais importante – afinal são eles que geram conversão,  e não as aranhas do Google.

Assim, por mais que o algoritmo influencie e possa ser manipulado, otimizar um site e seu conteúdo contam a longo prazo.

Não adianta nada um site em 1º lugar se ele não é útil. Usuários entram nos resultados e voltam à página de busca o tempo todo. É um comportamento comum, bem documentado, e os modelos de busca atuais contemplam essa fase. A equipes por trás das ferramentas de busca sabem e tendem a facilitar isso.

É por isso que arquitetos e designers tem que entender de SEO. Não tem jeito, é importante, é a sigla da moda, é o que os clientes vão pedir sem nem saber do que se trata. Mas, no fim, muito disso envolve simplesmente fazermos o nosso trabalho do jeito – espera-se – que estavámos fazendo antes: pensando no usuário, oferecendo informação relevante e um jeito simples de consegui-la.