Arquivos da categoria: Eventos

Posts sobre eventos que participei.

Search Masters Brasil: finalmente um evento no Rio!

Cansado de pegar a ponte aérea pra ir nos eventos legais em São Paulo? É paulista e não tem como usar eventos fora do estado como desculpa pra passear ?  (~apaga) Não mais!

 

Marca do evento de search que será realizado no Rio em agosto

 

O SMBR será um evento de busca com cabeça aberta: além de SEO e PPC, palestrantes das áreas de Social Media, Analytics e até UX também terão seu espaço, mostrando que quem se foca em apenas um aspecto de um projeto digital está com seus dias de moleza contados. Ele acontecerá dias 9 e 10 de agosto (quinta e sexta) na FIRJAN, no Centro do Rio.

Eu estarei lá falando sobre UX e estou super feliz com o convite. Falei um pouco sobre as minhas expectativas para o evento no site oficial.

Pra quem quiser ingressos com desconto, é só correr no SEO de Saia e pegar o código. Espero ver vocês por lá!

Arquitetura de informação para bibliotecários na UFRJ

Na última sexta feira, estive lá no campus da Praia Vermelha da UFRJ para falar sobre as oportunidades do mercado de Arquitetura de Informação para bibliotecários espertos e empreendedores. Também dei algumas dicas de como começar a aprender mais sobre a área, com dicas de cursos, livros e fontes de informação na Internet pra quem está a fim de estudar.

 

 

Aproveito para enfatizar ainda mais a minha mensagem: o jeito mais legal de aprender alguma coisa é fazendo. Para um mercado que não tem tantas oportunidades de estágio, especialmente aqui no Rio, ter um projeto próprio ou até um produtinho faz toda a diferença. Nem precisa ser a melhor coisa do mundo, o mais importante é mostrar que se tem vontade de aprender e interesse!

E, claro, me coloco a disposição de quem assistiu (ou até de quem não assistiu mas por algum motivo está lendo esse post) para responder mais perguntas e ajudar no que eu puder.

 

 

Social Media Brasil 2011: Eu fui e não voltarei

Aconteceu em São Paulo nos dias 3 e 4 de junho na Fecomercio, na 9 de julho, o Social Media Brasil 2011.

Logo do Evento

O polvo é até bonitinho, vai.

 

Evento “tradicional” entre o pessoal de comunicação, jornalistas, agências, etc. Vou falar logo: não curti. Achei o conteúdo fraco, por vezes jabazento e, na maior parte do tempo, superficial. Apesar do espaço físico confortável, a ausência de Internet e de coisas ainda mais básicas, como água, comprometeu e muito a infraestrutura e isso ficou óbvio nos tweets com a hashtag #smbr2011.

Além do mais, meu objetivo principal, que era conhecer mais sobre uma área que não é a minha, não foi atingido. E esse era o meu KPI mais importante.

Mas peraí, sua tonta, você conhecia a programação antes, por que se inscreveu?

Bom, eu tenho um certo complexo de patinho feio com meu curso de graduação. Eu aprendi muito sobre classificação, organização e usuários, mas acabei indo parar num mercado totalmente diferente daquele apresentado na faculdade (só pra vocês terem uma ideia, a maioria dos empregos da área de Biblio está no setor público). Assim, rola sempre uma ansiedade pra tentar entender melhor os coleguinhas, o trabalho deles e o que isso influencia no meu. Não tem jeito, estamos imersos num sistema complexo onde a arquitetura de informação influencia no seu SEO que influencia na sua conversão que influencia na sua métrica que influencia no seu branding e por aí vai.

Vejam bem, não estou dizendo que eu, como arquiteta de informação sou responsável por tudo que deve acontecer. Isso é prepotência, e, bem, burrice. Mas cada pedaço que eu conheço e entendo desse ciclo me ajuda sim a fazer melhor o trabalho que me cabe. Ou, no mínimo, a conversar melhor com os outros membros da equipe.

E com isso em mente, comecei a pensar. As mídias sociais não são só osso do pessoal “roots” de comunicação. Afinal, quem é que faz o site daquela ação foda ou desenvolve o algoritmo que classifica os tweets? Com certeza não são as mesmas pessoas que planejam. E projetar ou desenvolver com foco em mídias sociais não é mais um trabalho na fila pros AIs, designers e desenvolvedores. Tão aí os senhores Joshua Porter, Chris Crumlish e Gavin Bell que não me deixam mentir.

Não me parece que o nosso mercado está maduro o suficiente para termos eventos de nicho específicos sobre mídias sociais voltados para cada segmento da equipe. Por que não roubar uma página do TED e falar de Tecnologia, Entretenimento e Design tudo junto num lugar só? Dessa forma, além de promover uma oxigenação muito bem vinda dos palestrantes – pelo que eu entendi, as pessoas presentes foram (quase) as mesmas de sempre – ainda possibilita a troca de conhecimento entre profissionais de áreas diferentes.

Considerando a reação do público às palestras que fugiram um pouco ao modelo “case-mercado-publicidade”, acredito que isso acrescentaria muito mais aos participantes.

Eu posso estar errada, claro. No meu papel auto-imposto de observadora “de fora”, talvez eu realmente não tenha conseguido avaliar o aproveitamento relativo ao evento. Mas, de qualquer maneira, ficam aí os meus dois centavos.

Problemas de infra a parte – não menos importantes, afinal, gostaria de saber o que vai ser feito com o dinheiro pago à empresa de wifi que não forneceu o serviço, o qual foi prometido na inscrição – não pretendo ir ao Social Media Brasil 2012. Acredito que posso aprender o que for preciso numa boa conversa com os colegas. De preferência, direto no bar :)

TED 2011: tecnologia, entretenimento e design e o redescobrimento da maravilha

Essa semana está rolando em Long Beach mais mais uma edição do TED (Technology, Entertainment, Design), um evento composto de palestras de no máximo 18 minutos com temas variados, de neurociência a composição musical. O evento original é concorridíssimo:  você tem que ser indicado e pagar um ingresso que custa $6000, e mesmo assim não há garantias de que você estará lá.

Balão do TED no céu de Long Beach, CA.

 

Felizmente, de alguns anos pra cá, todas as palestras são gravadas e  eventualmente disponibilizadas no site oficial, como uma forma de democratizar e incluir as pessoas nas discussões que ocorrem por lá. No mesmo espírito, os organizadores licenciaram o modelo sob o nome TEDx, e qualquer um que siga as regras pode organizar seu próprio evento, como foi o caso do TEDxRio, que eu compareci.

Praticamente todas as palestras do TED valem a pena. Os palestrantes são escolhidos a dedo pelo seu trabalho inovador, que muda vidas ou experiências incríveis. Bill Gates, J.J. Abrams e até mesmo o dono do 4chan já foram palestrantes.

O tema esse ano é “The Rediscovery of Wonder”, e nos 4 dias de evento, os palestrantes foram divididos em 12 sessões com títulos como “Majestic” e “Worlds Imagined“. O conteúdo das palestras não é divulgado antes do evento, mas pela biografia dos convidados é possível deduzir sobre o que eles vão falar. Esses são os que mais me chamaram a atenção. Você pode ver a lista completa na programação do evento.

 

  • Sunni Brown falará sobre o uso de arte e jogos na resolução de problemas complexos.
  • Carlo Ratti, arquiteto e engenheiro do MIT, possui um projeto que estuda a forma como sensores e eletrônicos se relacionam com o espaço construído para explorar a “cidade em tempo real“.
  • Homaro Cantu, um chef que explora sistemas futurísticos de servir comida.
  • Antonio Damasio, o famoso neurocientista da University of South California (USC), cujo trabalho estuda emoções e seu papel na cognição social e tomada de decisão.
  • Deb Roy, cientista cognitivo, estuda como crianças aprendem a linguagem e constrói maquinas que aprendem a se comunicar de forma humana.
  • Terrence McArdle e Ben Newhouse, inventores, criadores de interfaces que mesclam o real e o digital.
  • Edward Tenner, historiador da tecnologia, estuda os aspectos culturais das mudanças tecnológicas.
  • Ed Boyden,  neuroengenheiro do MIT Media Lab, inventor de tecnologias que revelam como cognição e emoção surgem de redes neurais.

Vou ficar de olho no site do TED e tentar colocar as palestras aqui no blog a medida que elas forem saindo.

Curiosidade: Vocês sabiam que o TED é uma criação de Richard Saul Wurman, que também cunhou o termo “arquiteto de informação”? Ele realizava os eventos em Monterey para uma plateia super-exclusiva, até vender os direitos para a fundação do Chris Anderson, a Sapling Foundation, em 2001.

 

TEDxRio e a vontade de fazer

Ontem aconteceu no Rio mais um TEDx, um evento composto de diversas palestras de no máximo 18 minutos (sem participação da plateia), que o palestrante tem para desenvolver uma ideia, contar uma experiência ou mostrar uma novidade.

Foram diversas pessoas, de médicos a economistas passando por músicos, doutores em inteligência artificial e gerentes de microcrédito. Alguns estavam nervosos, outros já estavam acostumados com o palco, mas todos tinham algo para contribuir.

Foi um dia inspirador, otimista e emocionante. Um daqueles eventos pra energizar e fazer pensar diferente em diversos problemas e situações que vivemos. Saí de lá com uma vontade enorme de fazer alguma coisa, qualquer coisa, que sirva para deixar o lugar que eu vivo um pouco melhor.

Desde a palestra do Ben Hammersley na Campus Party, que também foi muito inspiradora, essa vontade já existia.

Mas, embora eu entenda a importância e a necessidade do trabalho voluntário “roots”, gostaria de fazer algo que envolvesse minhas (pequenas) habilidades. Um jeito de contribuir com o que faço, botar o meu trabalho a serviço da sociedade.

Acredito que existam outros na mesma situação que eu. Pessoas com expertise e habilidades, que querem ajudar, mas não sabem como exatamente. O que um webdesigner pode fazer que é melhor que uma lata de leite? Será que as linhas de código de um desenvolvedor podem ter tanto significado quanto a doação de cestas básicas?

Eu quero desvendar esse mistério, e de quebra, ajudar essas pessoas na mesma situação que eu a ajudarem também.

Já tenho uma ideia de como isso pode acontecer. Mas com certeza precisarei de ajuda. Não tem porque construir sozinha.

Aguardem novidades.

Curso da MestreSEO para arquitetos de informação: o útil, o legal e o chato

Nos dias 29 e 30 de janeiro estive em São Paulo para participar do curso do MestreSEO, que é considerado um dos melhores cursos de SEO do Brasil. Meu objetivo principal não era largar a AI e me tornar uma analista de SEO, mas sim entender melhor como o Search Engine Optimization funciona, quais são as interseções com o meu trabalho usual e o que poderia aproveitar para melhorá-lo.

O curso está dividido em sete módulos. Alguns foram mais úteis que os outros, mas todos trouxeram algo de novo, o que considero positivo! Então, módulo por módulo, o que é mais útil para arquitetos de informação:

Módulo 1 – Introdução

Teve como objetivo fazer um resumo do que é uma ferramenta de busca, como ela funciona e os principais elementos de sua interface. Também explicou um pouco sobre o que é SEO, ranks (não conhecia o TrustRank) e alguns dados gerais da Internet no Brasil e no Mundo, provando que investir em SEO para tirar seu site da mesmice e destacá-lo é um bom investimento.

Melhor parte: dados de pesquisa de número de cliques de acordo com o posicionamento de resultados e desafios de SEO. Alguns pontos são muito parecidos com aqueles que AIs enfrentam no seu dia a dia, como por exemplo, a falta de autoridade para realizar as mudanças necessárias.

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Campus Party, aqui vamos nós!

Faltam algumas horas pr’eu embarcar pra Campus Party, ou #cpbr4, como ela é conhecida no twitter.

Estou bem ansiosa, vai ser o primeiro evento de grande porte desse tipo que eu vou! Na minha programação tem muita coisa de games e tudo que eu pude colocar de interface, com um pouco de social media pra temperar e algumas palestrinhas de desenvolvimento pra completar a coisa. Vou tentar fazer um resumo de tudo e colocar aqui no blog.

Quero conhecer @s, um autografo do Sir Tim Berners-Lee e baixar em alta velocidade com a Internet de 10Gb.

Ou seja, um geek paradise! Wish me Luck!

Campus Party Brasil 2010

@Blogcamprj liveblog…kind of

Então que escolhi o blogcamp pra testar os poderes bloguísticos do iPad. Vamos ver se isso dá certo.

11:25 Acho que agora vai. Depois de algum tempo decidindo como ia rolar esse esquema de 3 arenas, parece que a conversa vai começar falando, olha só, sobre usabilidade! “Desconstruindo a interface de um blog”.

11:36 Pequena história dos blogs. Do Blig ao Facebook (será que a sua wall é um blog?

11:38 Explicando o conceito de affordances. Os usuários tem expectativas construídas de experiências anteriores com outros sites e blogs. Não é muito bom contrariar isso.

11:47 Exemplos de affordances: breadcrumbs, categorias, paginação. Posts em ordem cronologica são uma grande característica do formato blog, mas será que ainda atendem ao público e aos autores?

11:38 Explicando o conceito de affordances. Os usuários tem expectativas construídas de experiências anteriores com outros sites e blogs. Não é muito bom contrariar isso.

12:18 Eu resolvi pegar o app do WordPress pra agilizar o processo. Coitada de mim! Foi uma briga pra faze-lo reconhecer o blog. Tive que criar um user novo. Definitvamente não foi uma experiência Apple.

12:21 Análise da interface de 10 modelos diferentes de blog. Quais serão os elementos que aparecem em todos eles? (o teclado no app do WordPress é incrivelmente lento).

12:27 Primeiro foi o Update or Die. Agora é o Sim Viral. Não é porque é blog que tem que ser bagunça. Atenção a detalhes como tradução de plugins e rodapés fazem diferença e passam uma boa impressão para eventuais anunciantes.

12:32 Estou quase desistindo. Não consigo ver o post intwiro via web e o teclado do app é tortuosamente lento. Será que não existe uma maneira boa de blogar via iPad?

13:01 Depois de um crash que me fez perder 2 atualizaçoes (o teclado não tem til no O!!) , desisto. iPad serve pra jogar Angry Birds e consumir conteúdo. Produzir? Boa sorte pra você que vai tentar.