Dica de podcast: Insert Content Here

Com a disciplina de estratégia de conteúdo ganhando força (e sendo confundida com marketing de conteúdo por aí) , é sempre bom ter boas fontes como referência. E é melhor ainda quando a referência é fácil de consumir no caminho pro trabalho ou na hora do exercício, não é?

Mantido por uma agência americana, o podcast no modelo de entrevistas já teve convidados de peso da área de estratégia de conteúdo, como a Margot Bloomstein e a Karen McGrane.

Vale a pena ouvir todos, mas se quiser começar por um muito interessante, tente o episódio 17, com o Fred Smith, que trabalha no CDC (o centro de controle de doenças americano), falando sobre o trabalho que eles fizeram com a API para compartilhar conteúdo importantíssimo e urgente sobre saúde e doenças.

Se você quiser mais podcasts, esse post tem alguns sobre UX em geral.

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UX Designer, IxDesigner, AI, CS, WTF?

Uma pessoa não precisa de nem 5 minutos no mundo da experiência do usuário pra perceber que nós gostamos de títulos. E siglas. E letrinhas.

Eu não sei se essa proposta do Nick Finck é “a proposta definitiva” pra resolver esse enigma da nossa área (e muito provavelmente não é), mas por enquanto é a que mais faz sentido pra mim.

A apresentação, voltada pra estudantes, vale a pena ser vista, mas resumindo é isso:

  • Você é um generalista? Então é um UX Designer.
  • Você é um especialista? Então é um Interaction Designer ou Arquiteto de informação ou Estrategista de Conteúdo etc.

E, como cada um entra de um jeito nessa área, as pessoas podem começar especialistas, tornarem-se generalistas e depois se especializar de novo, porque com a experiência, acaba-se conhecendo melhor as outras disciplinas, e pode ser que uma delas seja a mais adequada.

Talvez isso mude quando tivermos aqui no Brasil algum tipo de formação básica generalista, o que eu tenho quase certeza que não existe ainda.

Mas o mais importante de tudo isso é que, mesmo sendo um especialista, não tem como ignorar as outras disciplinas, e até mesmo outras áreas, como desenvolvimento e negócios. O trabalho que fazemos depende demais de todos no time terem uma visão comum do resultado pra ser diferente.

Sem contar que ter conhecimento em outras áreas, como por exemplo, desenvolvimento front-end, permite que você demonstre, e não conte seus argumentos.

Classificando conteúdo com vocabulários controlados e folksonomias

Nesses tempos de web semântica e conteúdo estruturado, algumas palavras que antes só faziam parte do dia a dia dos bibliotecários e outros loucos por organização acabam aparecendo no radar de quem trabalha com web. E conhecer as diferenças e propósitos de cada um desses conceitos pode fazer toda a diferença no planejamento de uma busca, por exemplo.

Aprenda mais sobre vocabulários controlados e folksonomias, suas vantagens e desvantagens e quando usá-las em um projeto.

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Técnicas de UX para conhecer os usuários do seu site

Na última quinta tive a oportunidade de falar para o pessoal do Search Masters Brasil sobre pesquisa com usuários. Foi um grande desafio levar o tema para uma plateia super variada, com SEOs, produtores de conteúdo, desenvolvedores, publicitários…mas foi muito legal!

Slide título da apresentação feita no Search Masters Brasil 2012

Espero que o pessoal tenha se animado pra aplicar as dicas assim que possível. Pra ajudar, separei as principais referências que usei na apresentação. Todos os links estão em inglês (ainda é a melhor língua para material sobre UX).

 

O que fazer (e por que)?

Se você tiver que escolher, qual o melhor tipo de pesquisa para o seu projeto?

Desmistificando testes de usabilidade

Convencendo o seu cliente a fazer pesquisa com o usuário

Livro: The Inmates are running the asylum – Alan Cooper

Como criar um plano de pesquisa com usuários

O plano de pesquisa com usuários que os stakeholders adoram
 
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Por que a Microsoft matou o menu Iniciar no Windows 8?

A resposta para essa polêmica é simples: as pessoas pararam de usar ele.

Em uma entrevista para a revista PC Pro, Chaitanya Sareen, um gerente de produto da Microsoft, explicou que no Windows 7, que trouxe a possibilidade de fixar programas na barra de tarefas (um pouco como o launcher do OSX), eles observaram que as pessoas começaram a fazer isso em vez de acionar os programas pelo menu iniciar.

 

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Search Masters Brasil: finalmente um evento no Rio!

Cansado de pegar a ponte aérea pra ir nos eventos legais em São Paulo? É paulista e não tem como usar eventos fora do estado como desculpa pra passear ?  (~apaga) Não mais!

 

Marca do evento de search que será realizado no Rio em agosto

 

O SMBR será um evento de busca com cabeça aberta: além de SEO e PPC, palestrantes das áreas de Social Media, Analytics e até UX também terão seu espaço, mostrando que quem se foca em apenas um aspecto de um projeto digital está com seus dias de moleza contados. Ele acontecerá dias 9 e 10 de agosto (quinta e sexta) na FIRJAN, no Centro do Rio.

Eu estarei lá falando sobre UX e estou super feliz com o convite. Falei um pouco sobre as minhas expectativas para o evento no site oficial.

Pra quem quiser ingressos com desconto, é só correr no SEO de Saia e pegar o código. Espero ver vocês por lá!

Testando sem usuários: eyetracking automático vale a pena?

Eyetracking é uma técnica de pesquisa utilizada para observar o caminho dos olhos dos usuários durante testes de usabilidade. O resultado normalmente é apresentado na forma de um mapa de calor. Como todo método de pesquisa que envolve usuários reais, custa caro e leva tempo pra fazer direito – entre recrutamento, agendamento, execução e análise dos resultados.Por isso, acabaram surgindo alternativas na forma de ferramentas de “eyetracking sem participantes”, que usam algoritmos complexos para simular o olhar de um usuário. A maioria delas promete mais de 85% de precisão, se comparadas com testes reais.

 

Elementos avaliados pelo algoritmo de uma ferramenta de eyetracking automática

Elementos do algoritmo de uma das ferramentas disponíveis no mercado.

 

Parece ótimo, né? Bonito, barato e científico. O argumento que você precisava pra convencer aquele stakeholder mala. Mas… será que é tudo isso mesmo?
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Arquitetura de informação para bibliotecários na UFRJ

Na última sexta feira, estive lá no campus da Praia Vermelha da UFRJ para falar sobre as oportunidades do mercado de Arquitetura de Informação para bibliotecários espertos e empreendedores. Também dei algumas dicas de como começar a aprender mais sobre a área, com dicas de cursos, livros e fontes de informação na Internet pra quem está a fim de estudar.

Confira a apresentação completa no slideshare!

Aproveito para enfatizar ainda mais a minha mensagem: o jeito mais legal de aprender alguma coisa é fazendo. Para um mercado que não tem tantas oportunidades de estágio, especialmente aqui no Rio, ter um projeto próprio ou até um produtinho faz toda a diferença. Nem precisa ser a melhor coisa do mundo, o mais importante é mostrar que se tem vontade de aprender e interesse!

E, claro, me coloco a disposição de quem assistiu (ou até de quem não assistiu mas por algum motivo está lendo esse post) para responder mais perguntas e ajudar no que eu puder.

Explicando Analytics em 5 minutos [vídeo]

Quando ouço falar de Analytics, na maior parte do tempo as pessoas querem dizer a ferramenta, Google Analytics. Mas o termo, que não tem uma tradução boa, também se refere à disciplina de extração, análise e produção de insights baseados em dados, que podem vir da web ou não. O vídeo, em inglês, a seguir faz um bom trabalho de explicar (e ilustrar) isso:

 

What wasn’t visible before is becoming visible for the first time, and this will change the conventional wisdom of business forever. And that’s how it works.

 

 

Fonte: online-behavior.com (o post original contém um transcript do vídeo, se você preferir ler).

Como funciona o Open Graph

botão de like do facebook

A Wired publicou um artigo sobre o Open Graph que detalha o funcionamento da tecnologia semântica do Facebook, que acabou de fazer 5 anos. A estrutura de objetos e relacionamentos entre eles é a base que permite ao EdgeRank exibir aquilo que é relevante para você na página. Recentemente, o Facebook abriu sua plataforma para os desenvolvedores incluirem seus próprios objetos e criar novas relações além do “curtir”, alimentando, dessa forma, a quantidade de informações estruturadas que a rede social possui sobre seus usuários.

Infelizmente, será quase impossível que o Google, por exemplo,  adote um padrão do rival, ainda mais dentro dessa guerrinha que as duas empresas se encontram atualmente. Mas de qualquer maneira, o incentivo à adoção do Open Graph é mais um passo em direção à adição de contexto aos nossos dados – mesmo que, por enquanto, o maior beneficiado disso seja o próprio Facebook.